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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Cartaz histórico!



Este é o cartaz do momento! Um cartaz que faz história e o primeiro passo para os touros voltarem à monumental de Viana do Castelo.

Parabéns à Prótoiro por esta luta pela liberdade e pelos valores tauromáquicos.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Protoiro organiza corrida em Viana do Castelo

Grande medida da Protoiro esta!

Finalmente os aficionados de Viana vão poder assistir a uma corrida na sua cidade por altura das festas da Sra. da Agonia.

É imperativo que esta corrida seja um sucesso para mostrar ao Sr. autarca a força da tauromaquia no seu concelho e para reabrir a Praça de Touros.

Parabéns à Protoiro!

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Frase do dia

"A última tourada transmitida na RTP teve mais telespectadores do que o BE teve de votantes nas últimas eleições" by Margarida Netto, deputada na Assembleia da República.

Margarida Netto intervém no debate sobre espetáculos tauromáquicos

terça-feira, 19 de junho de 2012

Declarações de Manuel Molés


"Há algo gravíssimo. Estão a desaparecer dezenas e dezenas de ganadarias que davam variedade, riqueza, pluralidade e futuro à festa e que vamos sentir falta nos próximos anos. A quantidade de toros que morrem nos matadouros é assustadora. Matamos encastes, matamos futuro e matamos riqueza. É uma loucura e uma insensatez. Seguindo este caminho, dentro de 4 anos não haverá touros para Madrid, Bilbau, Pamplona, Sevilha... As figuras só querem 4 ferros e há dezenas de ganadarias boas que ou lidam em festejos menores, ou cartéis pobres ou vão para o matadouro. E no fim não há dinheiro. Urge que as principais empresas elaborem um plano de salvação para essas ganadarias que lhes garantam compras para os próximos anos. Têm que se sacar novidades e toureiros para o futuro. A crise vai levar metade dos festejos este ano e é preciso mais preocupação com o touro, com a emoção e com a competência."

Estas declarações do maior crítico taurino espanhol dão que pensar e apontam para problemas que todos os verdadeiros aficionados conhecem mas que algumas empresas ignoram. O desaparecimento de ganadarias importantes também está em causa em Portugal e é importante ter isso em conta. As principais empresas têm que ter isto em conta.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Animalistas amigos do negócio!


Tirei do Facebook este maravilhoso texto de José do Carmo Reis. Não conheço o autor mas faço-lhe desde já uma vénia. Grande artigo de opinião!

O jornalista sueco, E.H. Omblquist, escreveu um artigo interessantíssimo, no qual expunha as ligações entre as grandes empresas de alimentos e acessórios para animais e os grupos ditos animalistas. Lembro-me particularmente de um parágrafo onde dizia com uma certa graça que, aos animais de companhia só lhes falta que se legisle no sentido da liberdade religiosa para que se tornem no maior negócio do mundo!
Realmente, só um cego não consegue ver! A indústria para animais domésticos ou de companhia gera em todo o mundo um desconcertante volume de negócios estimado em cerca de 25 biliões de dólares! Os sectores são tão diversos como a alimentação, acessórios, estética, cuidados veterinários, hospitais e até funerais! Multinacionais como a Mars, a Ralston, a Néstle-Purina e a Procter and Gamble, são líderes de mercado e não abrem mão de um negócio que viram incrementado, só na última década, em mais de 120%! De facto, os principais interessados neste negócio são exímios na utilização dos movimentos de “defesa animal” em proveito próprio. Quanto mais humanizados estiverem os animais irracionais, mais impactos causarão as campanhas publicitárias que por sua vez gerarão a nova avalanche de milhões. O conceito de “defesa animal” é, aliás, a melhor publicidade e simultaneamente a mais eficaz arma de que estas marcas dispõem, e é sobretudo gratuita! É assustador quando nos detemos nos números! A luta travada por estas empresas, mesmo quando muitas testam os seus produtos em animais, é gigantesca e perante nada se detém.
Só nos Estados Unidos gasta-se anualmente com animais de companhia o equivalente ao Produto Interno Bruto da Etiópia! Na Inglaterra, os gastos anuais no mesmo sector, atingem já os 5 biliões de libras! Tudo isto levou E.H. Omblquist a concluir, e eu a concordar, que a capacidade de manobra legislativa, e a influência junto dos governos que estas empresas possuem, só é comparável àquela de que dispunham as empresas petrolíferas nos anos 80.
A estratégia é simples e encontra-se bem definida. Aproximar cada vez mais o animal irracional ao ser humano tanto em direitos como em necessidades! Como se consegue isto? Através de estratégias de comunicação favoráveis ao animal irracional, humanizando-o! Nisto estas multinacionais são exímias, e conseguem-no através da mobilização “cívica” de uma pseudo sensibilidade bem intencionada de alguns cidadãos. E é contra este movimento que se enfrenta a tauromaquia mundial! Foram aprovadas em todo o mundo, e nos últimos anos, mais de 150 leis de “protecção animal”, em todas as direcções! Legisla-se muito, mas como quantidade nunca significou qualidade, tende-se a produzir leis descabidas, sem nexo, e para onde são menos necessárias. Pretende elevar-se a fasquia, na tentativa de que o mundialmente reconhecido conceito de “bem-estar animal” atinja o almejado patamar de “dignidade animal”. Como? Nivelando por baixo!
Não é segredo que a ILC que levou ao fim das touradas na Catalunha foi abastecida financeiramente por dinheiros provenientes, maioritariamente, de Inglaterra! Também não é segredo que a luta anti-touradas no Equador contou, essencialmente, com dinheiro proveniente da Suécia! Omite-se, isso sim, que a criação do touro bravo assenta em pressupostos que nada ficam a dever àqueles defendidos pelos movimentos animalistas, ou pelo mais aguerrido dos ecologistas e pretende-se, acima de tudo, colocar o touro na condição de “animal frágil e indefeso”! Mesmo que no fim se tenham de sacrificar as vacas e os touros, e todo o ecossistema de que são guardiões, haverá sempre justificação, pois falamos de um animal que por força das campanhas engendradas se quer definir como se de um cão ou um gato se tratasse e aproximá-lo por definição aos restantes. A tauromaquia é, hoje em dia e em todo o mundo, a ponta da espada desta luta! É a face visível, até porque é ela própria que dá visibilidade aos grupos que contra ela se manifestam esquecendo, convenientemente, todo um sector de actividade, todo o impacto económico, social e ambiental que a Festa propicia. A mim, neste aspecto em particular, não me restam duvidas de que quando falamos em “causa animal”, “defesa animal”, “anti-touradas” e “anti-taurinos” estamos, efectivamente, a falar de um negócio à escala global. Esse negócio é alimentado por uma estratégia de comunicação bem conseguida, que dispõe de recursos financeiros praticamente inesgotáveis e dedicada em exclusivo a caracterizar o touro bravo como animal indefeso e abusado.
Não é necessário um Q.I. espantoso para verificar a facilidade com que organizações como a PETA conseguem financiamentos. Não é necessário ser um génio para perceber a facilidade com que essa organização faz deslocar indivíduos de diferentes países para se manifestarem contra a tauromaquia, várias vezes por ano, em diferentes locais do mundo. Mas já é necessário estar ao nível intelectual do Einstein para entender porque gasta esta organização tanto dinheiro em campanhas de “defesa animal” e “contra as touradas”, e insiste em matar, sem contemplações, 85% dos animais que tem a seu cargo, sem que previamente lhes seja dada a possibilidade de adopção? Agora o que nem mesmo o bom do Albert compreenderia é a razão porque num mundo onde, segundo a Acção Contra a Fome, bastariam 480 milhões de Euros para acabar com esse flagelo em cerca de 20 milhões de crianças subnutridas, se gastam biliões em rações gourmet, casaquinhos, botinhas, borlas e lacinhos para os animais e, por arrasto, alguns milhões mais a tentar acabar com as touradas?

Será uma questão de prioridades?


José do Carmo Reis

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

VITÓRIA DA LIBERDADE

Ganhámos !!!!

Os Antis saíram derrotados e a tauromaquia e principalmente o toiro de lide foi rei hoje na Assembleia. Com a devida vénia, esta foto do Farpas ilustra da melhor forma o que ontem se passou na Assembleia da República.

Viva a tauromaquia!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Touros de volta à Assembleia da República

Ir ou não ir? Eis a questão.

Tem-se discutido muito se valerá ou não a pena uma presença massiva de aficionados nas galerias da AR no próximo dia 19 de Janeiro. Parece-me evidente que a corrida de touros não está em causa apesar de ser o início de uma grande ameaça aquilo que se está a fazer neste momento à tauromaquia. O tema só vai ser discutido na AR porque foi entregue uma petição com mais de 4000 assinaturas e porque um partido extremista como é o BE vai trazer o tema para plenário. A vantagem desta discussão será o facto de este ser um momento inevitável para os partidos assumirem as suas posições oficiais em relação à tauromaquia. Se já sabemos que o CDS é a favor e que o BE é contra, em relação aos restantes partidos a sua opinião nunca foi totalmente clara. Prevê-se que o PSD seja a favor da tauromaquia e que o PCP, devido à implementação que tem no Alentejo taurino tenha também que ter uma posição favorável. Em relação ao PS, de onde saiu uma criatura horrenda chamada Defensor Moura que declarou indevidamente o "seu" município de Viana do Castelo de anti-touradas, não se sabe que decisão poderá sair dali apesar de haver como se sabe muitos aficionados no seio deste partido.

O que eu acho em relação à presença de aficionados na AR dia 19? Sinceramente acho que quantos mais melhor. Acho também que quantos mais profissionais do ramo existirem nas bancadas melhor será. Infelizmente neste país não chega demonstrar a força da tauromaquia "só" enchendo as praças e fazendo das corridas de touros o segundo maior espectáculo de massas do país. É preciso mostrar a quem pensa que manda quem é que verdadeiramente manda.

Nota: Se algum dia as corridas de touros forem proibidas em Portugal proponho aos ganaderos portugueses deixarem um touro à solta em cada jardim da cidade de Lisboa.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Touros na TVE


Apesar de todos sabermos da necessidade/interesse de uma boa relação entre as corridas de touros e os meios de comunicação social, em Espanha as corridas andavam arredadas à largos anos da televisão estatal. Desde a implantação do sistema de "canal pago de tauromaquia" que a TVE deixou de transmitir touros queixando-se que as corridas eram muito caras para a audiência que tinham.

Hoje está provado que nada pode ser mais falso e que, tal como no futebol, existe espaço para touros em canal aberto desde que se transmitam corridas com efectivo interesse. Caso se transmitam espectáculos de baixo nível. aí sim não vale a pena visto que se estará a degradar a imagem da tauromaquia. A compra das principais feiras por parte do canal Toros da Digital + fez com que as corridas disponíveis para a TVE fossem as menos mediáticas e que baixassem as audiências. A este factor aliou-se claramente um acto político e anti-taurino que agora felizmente este governo se comprometeu a desmobilizar.

Aguardemos pela próxima época para ver até que ponto teremos novamente touros em directo na TVE.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Foi este O HOMEM

Que ouvi pela primeira vez defender a arte tauromáquica em pleno parlamento.

Muito bem Sr João Almeida. Obrigado e parabéns!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Animal contra-ataca a Raia Sabugalense

Eles que apareçam lá pela raia que vão ver como é que é.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Poderá haver maior estupidez?

Pôr uma mulher nua dentro de um prato a servir de bife é da maior estupidez que pode haver à face da terra.

Tão grande quanto "espetar" bandarilhas nas costas de mulheres nuas a simularem toros.

A única coisa gira disto tudo é mesmo o facto de estarem nuas.
Estes antis não têm mesmo remédio.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Dr. José Ribeiro e Castro


Diz J.R.C.: " Eu compreendo perfeitamente que haja quem não goste de corridas de touros. Respeito isso.
Não compreendo, nem aceito a mobilização para as proibir. Compreendo que não se entenda o que se passa numa corrida e que não se consiga ver, nm perceber a beleza que atrai os aficionados. Mas já não compreendo que se insulte o que não se entende.
Quem não gosta de touradas pode, ao menos, ter o mínimo de objectividade e de respeito pelas outras pessoas, para ver e reconhecer que aqueles que gostam e estão a assistir não são "bárbaros", nem "selvagens", nem "sádicos". Mas apenas pessoas que gostam de touradas, que gostam do bailado a galope do cavalo e cavaleiro, que gostam das sortes e suas surpresas, que gostam da bravura e raça do toiro, que gostam da coragem e garbo dos forcados, que gostam do bailado à beira do absoluto risco do toureio a pé, que gostam da cor, da música, do cheiro, da emoção, da incerteza, do ambiente, da festa.
A mobilização para a proibição das touradas radica na ideia de que é legítimo impor uma ditadura do gosto ou uma tirania da sensibilidade oficial. Não é.
Aqueles que se auto-defendem afirmando tradições a que pertencem e que continuam protegem e afirmam alguns dos bens mais preciosos de qualquer civilização e sociedade: Liberdade e Cultura.
A "gente dos toiros" pertence ao mundo rural. E é justamente no mundo rural (ou no mar) que a relação entre homem e animal é mais pura e genuína, mais próxima e mais amiga, mais natural e mais livre.
O modo como as comunidades humanas se relacionam com os animais não é uniforme em todo o mundo e varia com latidudes e longitudes. Varia também com os animais. Isso faz parte da própria cultura dos povos, que são diferentes: os povos e as culturas.
É um absurdo querer impor um padrão único. E é um abuso confundir e equiparar o sofrimento humano com "sofrimento animal". Isso levar-nos-ia a extremos caricatos - quanto à pesca, à gastronomia, à criação animal para alimentação, àquilo que fazemos a espécies animais que, na nossa cultura, degradamos, como répteis ou insectos.
As corridas de toiros marcam a relação homem/toiro no modo próprio das culturas que as criaram e desenvolveram. O direito e a liberdade de as realizar e continuar merecem ser afirmados. São actos de Liberdade e de Cultura. ""
...... da página no Facebook do Dr. José Ribeiro e Castro: http://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=154438257984204&id=127437908871

Olé!!!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

¿Cómo puede morir este arte?


No muere: lo asesinan, en Barcelona, por puras razones de separatismo político y cultural. Ésa es la verdad pura y simple, sin hacer literaturas.

Adeus para sempre ou até breve?

Esperemos que seja um até breve.

Barcelona despediu-se das corridas de touros por tempo indeterminado. A capital Catalã deita para o lixo toda uma tradição e uma cultura que tanta falta lhe faz para cumprir o ego de alguns que querem afirmar a diferença em relação a Madrid e ao resto de Espanha. Esta ideia apenas cabe num nicho de população com ideias retrogradas, ditatoriais, regionalistas e ávidas de propaganda e protagonismo.

Tenho cá para mim que dentro de dois ou três anos poderão voltar a fazer-se corridas de toiros na Catalunha. Desejo ardentemente que os responsáveis pela praça de touros não permitam que esta seja demolida ou transformada de modo a que não se voltem lá a ver touros. O caminho será longo e doloroso para muitos mas em Portugal também sobrevivemos a 6 anos sem o Campo Pequeno e hoje em dia é a praça da moda.

Tenho fé que aqueles que encheram a praça por duas vezes neste fim-de-semana (20 mil lugares) tragam de volta as corridas à sua tão bela cidade. Que José Tomás possa cortar muitas orelhas naquela que é a sua praça de eleição.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Assim de repente...


A contrariar os tristes casos de Viana do Castelo e Cascais a tauromaquia respondeu com construções e reinaugurações de várias praças. Assim de repente, nos últimos 10 anos lembro-me de: Campo Pequeno, Elvas, Évora, Redondo, Vinhais, Soito, Idanha-a-Nova, Santo António das Areias, Setúbal e agora Azambuja. Para o ano está prometida a remodelação da praça de Estremoz.

Apesar dos antis e da crise há saúde na Festa Brava.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Começa hoje no CP


A verdadeira maratona para chegar ás 150000 assinaturas.
Esperemos uma casa cheia e muitas assinaturas.

Força aficionados!

terça-feira, 7 de junho de 2011

Ana Bacalhau, o PAN e os toiros!


Ana Bacalhau, famosa cantora do grupo Deolinda declarou-se nestas eleições favorável ao PAN - Partido dos Animais e Natureza. Como se sabe este partido é o principal inimigo da festa brava em Portugal sendo que os touros são o seu maior meio de promoção.

Os Deolinda utilizaram a praça de touros de Almeirim para dar um concerto no ano passado, actuaram recentemente na Feira de Maio na Azambuja e vão actuar na Feira da Agricultura em Santarém. O público que assistiu ou vai assistir às suas actuações é o mesmo que rejubila com as largadas de rua e que enche as praças dessas localidades e de muitas outras. Os Deolinda deviam perceber que a tauromaquia é tradição e é cultura e que muitos dos espectáculos musicais deste país ocorrem inseridos em festas cuja base é tauromáquica.

Segundo o site do PAN, além de Ana Bacalhau também a cantora Ágata e o músico Rui Reininho dos GNR se mostraram partidários deste partido.

À atenção das diversas comissões de festas tauromáquicas por esse país fora... A tauromaquia deita-se com os seus principais inimigos. Atenção aos pormenores meus senhores!!! Dar de comer a quem nos ataca constantemente é que não!

PS: A ideia de um novo PAN que seja favorável à tauromaquia tinha toda a razão de ser pois não há pessoas mais amigas dos animais do que os taurinos. É importante que quem de direito (protoiro e empresários taurinos) comecem a passar esta mensagem o mais rápido possível.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A Defesa da Tauromaquia nas redes sociais

Existem diversas páginas em defesa da festa brava nas redes sociais. Toiros, Toureiros, praças, etc... Tudo isto é tema de conversa.

Deixo-vos aqui algumas das mais activas presentes no facebook:

Frente de Acção pró-Taurina

Pró-toiro

A que consigo 1,000,000 de personas que si les gustan las corridas de toros

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

ILP vs BIC

Iniciativa Legislativa Popular vs Bem de Interesse Cultural.

Foram provavelmente as duas siglas mais faladas este ano no mundo taurino. Esperemos que o Bem de Interesse Cultural vença as ILPs dos antis. Os primeiros passos já foram tomados nesse sentido mas não se pode descansar. Óptimo exemplo daquilo que se fez foram as jornadas taurinas de Santarém em defesa da festa brava e a Petição Pública mas muito mais coisas há para fazer.

A verdade e a razão estão do nosso lado mas é preciso lutar por elas.