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sexta-feira, 13 de julho de 2012

San Fermin a chegar ao fim

e ainda não houve um encerro com aquela emoção que fomenta a aficion navarra.
O mono-encaste tem destas coisas e continua a matar a tauromaquia.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Em Setúbal houve toiros e um grande Rouxinol

A corrida de Sexta-feira passada em Setúbal foi extraordinária. Toiros de António Silva com grande apresentação, bravos e a pedir contas à séria e cavaleiros com recursos para lhe dar a volta. Grande triunfo de Luís Rouxinol que actualmente é o melhor cavaleiro português sem dúvida nenhuma. Duras e booas pegas dos forcados do Montijo, Ribatejo e Beja.

Com corridas destas criam-se aficionados a sério.

Nota: Apesar de televisionada a corrida teve uma boa moldura humana. Nas audiências bateu recordes de audiência.

Três feridos graves no terceiro encerro de Pamplona

Um encerro de grande emoção protagonizado por uma das ganadarias mais tradição em Pamplona, Cebada Gago.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Carteis definitivos de Pamplona 2012

05/07/2012 - Novillos de El Parralejo para (Novillero) Gómez del Pilar, (Novillero) Román y (Novillero) Gonzalo Caballero

06/07/2012 - Toros de San Mateo (antes Pedro y Verónica Gutiérrez Lorenzo) para (Rejoneador) Pablo Hermoso de Mendoza, (Rejoneador) Sergio Galán y (Rejoneador) Roberto Armendáriz

07/07/2012 - Toros de Dolores Aguirre Ybarra para Antonio Ferrera, Eduardo Gallo y Joselillo

08/07/2012 - Toros de Hijos de Eduardo Miura Fdez para Rafael Rubio "Rafaelillo", Fernando Robleño y Javier Castaño

09/07/2012 - Toros de Hdros. de José Cebada Gago para Francisco Marco, Morenito de Aranda y Antonio Nazaré

10/07/2012 - Toros de El Pilar para Matías Tejela, Iván Fandiño y David Mora

11/07/2012 - Toros de Fuente Ymbro para César Jiménez, Rubén Pinar y Jiménez Fortes

12/07/2012 - Toros de Torrehandilla para Juan José Padilla, El Juli y Daniel Luque

13/07/2012 - Toros de Juan Pedro Domecq para El Fandi, Miguel Ángel Perera y Alejandro Talavante

14/07/2012 - Toros de Victoriano del Río Cortés para Juan Mora, El Juli y Sebastián Castella

Pamplona em Festa: Começa hoje o San Fermin com o chupinazo

É hoje o grande dia do início das festas de San Fermin.

Ao meio dia (hora espanhola) o Sr. concejal de Nafarroa Bai Iñaki Cabasés lançará "El Chupinazo" e os pamploneses colocarão os "pañuelos" ao pescoço para só os retirarem no dia 14 de Julho à meia noite após o "Pobre de mí". São dias de intensa folia onde os protagonistas principais são os touros bravos que compõem a feira daurina e que participam todos os dias pela manhã nos encerros.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Cartel sem interesse nenhum


Prevejo mais um petardazo para a próxima corrida no Campo Pequeno. Mais uma vez, Rui Bento insiste numa corrida mista com 7 toiros, o que por si só já é o garante de uma situação negativa que é a obrigatoriedade de uma lide a duo. Outro aspecto negativo é o facto de os touros a serem corridos a pé serem de uma ganadaria cómoda para os toureiros o que tem sido sempre hábito nas corridas a pé no CP.

Com a crise que atravessamos, é suposto haver cartéis de alto interesse na primeira praça do país, onde o touro tem que ser Rei e onde não pode faltar a emoção, a verdade e a novidade. Além disso, os cartéis têm obrigação de ser diferentes do que se vê por esse país fora e claramente aqui não é o caso. Lídes a duo dos Bastinhas não é novidade nem leva público às praças, António Ferrera também já não é novidade no Campo Pequeno e este formato de corrida mista tem sido um fracasso. Fandiño, depois do êxito de Madrid, pode ser o único aliciante desta corrida.

Em suma, na minha opinião, os intervenientes são bons mas a montagem do cartel é um fracasso logo à partida.

Reparem se o cartel fosse uma destas hipóteses (utilizando os intervenientes desta corrida):
1. Corrida de Jovens triunfadores - Telles Jr, Bastinhas Jr e Duarte Pinto
2. Corrida das Bandarilhas - Bastinhas, Ferrera e Procuna.
3. Corrida de triunfadores de Madrid - Moura Jr, Francisco Palha e Fandiño

Outras possibilidades:
- Uma corrida a pé com touros de Rio Frio, Pinto Barreiros, Oliveira Irmãos, Fernando Palha, Murteira Grave...
- Uma disputa entre um matador consagrado (Vítor Mendes, Ponde, El Juli, Talavante, Manzanares, Morante, etc), um jovem português (Casquinha, Ferreira, Parrita...) e um jovem Espanhol (Gomes del Pilar, David Mora, Fandiño...)
-Uma corrida mano a mano com toureiros de meia geração ibéricos (Rui Fernandes com Andy Cartagena, Sérgio Galan com Moura Caetano) ou com jovens consagrados (Leonardo Hernandez com Moura Jr por exemplo).
- Uma corrida de gala à antiga Portuguesa 100% nacional com touros de casta portuguesa (Fernando Palha, Vale Sorraia, Vaz Monteiro...) e toureiros de dinastia (Telles, Salgueiros, Caetanos, Pinto, Mouras...)

Hipóteses de cartéis interessantes não faltam. À consideração do Campo Pequeno e das restantes praças de importância em Portugal.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Declarações de Manuel Molés


"Há algo gravíssimo. Estão a desaparecer dezenas e dezenas de ganadarias que davam variedade, riqueza, pluralidade e futuro à festa e que vamos sentir falta nos próximos anos. A quantidade de toros que morrem nos matadouros é assustadora. Matamos encastes, matamos futuro e matamos riqueza. É uma loucura e uma insensatez. Seguindo este caminho, dentro de 4 anos não haverá touros para Madrid, Bilbau, Pamplona, Sevilha... As figuras só querem 4 ferros e há dezenas de ganadarias boas que ou lidam em festejos menores, ou cartéis pobres ou vão para o matadouro. E no fim não há dinheiro. Urge que as principais empresas elaborem um plano de salvação para essas ganadarias que lhes garantam compras para os próximos anos. Têm que se sacar novidades e toureiros para o futuro. A crise vai levar metade dos festejos este ano e é preciso mais preocupação com o touro, com a emoção e com a competência."

Estas declarações do maior crítico taurino espanhol dão que pensar e apontam para problemas que todos os verdadeiros aficionados conhecem mas que algumas empresas ignoram. O desaparecimento de ganadarias importantes também está em causa em Portugal e é importante ter isso em conta. As principais empresas têm que ter isto em conta.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Carteis definitivos de Pamplona

Presenças portuguesas em Pamplona = ZERO!

Jueves, 5 de julio: Novillos de El Parralejo para Gómez del Pilar, Román y Gonzalo Caballero.

Viernes, 6 de julio: Toros de San Mateo para Hermoso de Mendoza, Sergio Galán y Roberto Armendáriz.

Sábado, 7 de julio: Toros de Dolores Aguirre para Antonio Ferrera, Eduardo Gallo y Joselillo.

Domingo, 8 de julio: Toros de Miura para Rafaelillo, Fernandoo Robleño y Javier Castaño.

Lunes, 9 de julio: Toros de Cebada Gago para Francisco Marco, Morenito de Aranda y Antonio Nazaré.

Martes, 10 de julio: Toros de El Pilar para Matías Tejela, Iván Fandiño y David Mora.

Miércoles, 11 de julio: Toros de Fuente Ymbro para César Jiménez, Rubén Pinar y Jiménez Fortes.

Jueves, 12 de julio: Toros de Victoriano del Río para Juan Mora, El Juli y Castella.

Viernes, 13 de julio: Toros de Juan Pedro Domecq para El Fandi, Miguel Ángel Perera y Alejandro Talavante.

Sábado, 14 de julio: Toros de Torrehandilla y Torrehebreros para Juan José Padilla, El Juli y Daniel Luque.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Broncas e mais broncas em Madrid


O resultado artístico de Júlio Aparício em Madrid no San Isidro foi decepcionante. 4 touros e 4 broncas levaram o toureiro a cortar a coleta e a abandonar a carreira de matador de toiros.

Depois da impressionante colhida em Las Ventas à dois anos o toureiro nunca mais se recompôs. A verdade da tauromaquia é mesmo essa: o touro tudo dá e tudo tira.

Nota1: As orelhas e as portas grandes continuam a não aparecer em Las Ventas. Que se passa toureiros e ganaderos?

Nota2: A crise ainda não se nota em Madrid. A praça tem tido muito público apesar das corridas a pé não estarem a corresponder.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Os carteis de San Fermin 2012

Especula-se que poderão ser estes os carteis deste ano:

Hermoso de Mendoza, Galán o Leonardo y Armendáriz (San Mateo)
El Fandi, Miguel Ángel Perera y Alejandro Talavante (Juan Pedro)
Juan José Padilla, El Juli y Daniel Luque (Torrehandilla)
Juan Mora, Juli y Castella (Victoriano del Río)
Posiblemente Cid, Iván Fandiño y David Mora (El Pilar)
César Jiménez, Rubén Pinar y Jiménez Fortes (Fuente Ymbro)
Ofrecida a Morenito, Esaú, Francisco Marco, Urdiales (Cebada)
Joselillo y dos más (Dolores Aguirre)
Rafaelillo, Javier Castaño y otro (Miura)

O realce vai para a presença dupla de El Juli depois do Maestro ter ficado ausente de Madrid e Sevilha. Presenças portuguesas mais uma vez nem vê-las.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Declarações de Ventura: "Não toureio em Portugal"

Ando desde Sexta-feira a pensar se devo ou não dar importância/comentar as afirmações de Diego Ventura no Campo Pequeno na passada nocturna de Quinta-feira no Campo Pequeno.

Em primeiro lugar vamos fazer um resumo daquilo que foram as declarações do cavaleiro.

"Não vou tourear esta época em Portugal, nem que me peçam de joelhos, nem que me dêem fortunas".
Ventura disse ainda que só faltava Rui Bento ajoelhar-se e que Bolota lhe tinha dado fortunas mas que não vinha na mesma. Descredibilizou as empresas e os companheiros que andam a baixar os cachets devido à crise.


"Quero que os aficionados portugueses percebam que Diego Ventura faz falta. Nas praças, vemos 600 a 700 pessoas. Vêm poucas pessoas aos toiros e eu penso que levo cinco anos dando coisas muito boas à festa em Portugal..."
Ventura tem razão quando afirma que leva pessoas às praças e que tem dado coisas boas a Portugal.

"...quando se quer fazer as coisas bem e lutar pela festa, muitas pessoas estão contra".
Falta dizer quem são as pessoas que estão contra e o que é fazer as coisas bem. Se fazer as coisas bem é escolher com quem compartir cartel e os touros a lidar então estamos em grande desacordo.

"Cada dia, há menos pessoas nas corridas, porque estas são cada vez mais aborrecidas devido ao nível dos toiros e dos toureiros. Cada vez são piores. Para tourear bem, fazer o toureio com gosto, sentir-se toureiro e fazer desfrutar o público, tem de sair um toiro bom, com qualidade e ritmo e tem de haver toureiros que o saibam fazer".
Ventura mais uma vez está a criticar injustamente os seus colegas de profissão dizendo que cada vez são piores. Critica também os ganadeiros que não apresentam touros bons com qualidade e ritmo.

"Em Portugal, ultimamente estão a tourear-se toiros muito brutos e, por isso, cada vez se está a tourear pior. Tourear para mim é arte e não ser um gladiador a lutar contra uma fera"
Desta vez a crítica é aos empresários que contratam para as corridas touros de ganadarias difíceis que não permitem o rejoneador desfrutar e fazer os seus números. Ventura esquece-se que os touros são (todos) para tourear e que se é verdade que há touros mais apetecíveis para o triunfo, um grande cavaleiro toureia tudo e apenas se preocupa em garantir a apresentação e o trapio dos animais. Para além do mais, Ventura em Portugal escolhe e manda no que quer tourear e chega ao ponto de não ter vergonha de escolher astados de 3 anos para tourear em pleno Campo Pequeno.

Em suma, com esses pensamentos é melhor que continues sem tourear por cá Sr. Ventura.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Os carteis de Madrid

Começou a maior e mais importante feira taurina do mundo.

Os carteles de Las Ventas prometem boas corridas. A primeira grande atracção portuguesa é a alternativa de Francisco Palha.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Animalistas amigos do negócio!


Tirei do Facebook este maravilhoso texto de José do Carmo Reis. Não conheço o autor mas faço-lhe desde já uma vénia. Grande artigo de opinião!

O jornalista sueco, E.H. Omblquist, escreveu um artigo interessantíssimo, no qual expunha as ligações entre as grandes empresas de alimentos e acessórios para animais e os grupos ditos animalistas. Lembro-me particularmente de um parágrafo onde dizia com uma certa graça que, aos animais de companhia só lhes falta que se legisle no sentido da liberdade religiosa para que se tornem no maior negócio do mundo!
Realmente, só um cego não consegue ver! A indústria para animais domésticos ou de companhia gera em todo o mundo um desconcertante volume de negócios estimado em cerca de 25 biliões de dólares! Os sectores são tão diversos como a alimentação, acessórios, estética, cuidados veterinários, hospitais e até funerais! Multinacionais como a Mars, a Ralston, a Néstle-Purina e a Procter and Gamble, são líderes de mercado e não abrem mão de um negócio que viram incrementado, só na última década, em mais de 120%! De facto, os principais interessados neste negócio são exímios na utilização dos movimentos de “defesa animal” em proveito próprio. Quanto mais humanizados estiverem os animais irracionais, mais impactos causarão as campanhas publicitárias que por sua vez gerarão a nova avalanche de milhões. O conceito de “defesa animal” é, aliás, a melhor publicidade e simultaneamente a mais eficaz arma de que estas marcas dispõem, e é sobretudo gratuita! É assustador quando nos detemos nos números! A luta travada por estas empresas, mesmo quando muitas testam os seus produtos em animais, é gigantesca e perante nada se detém.
Só nos Estados Unidos gasta-se anualmente com animais de companhia o equivalente ao Produto Interno Bruto da Etiópia! Na Inglaterra, os gastos anuais no mesmo sector, atingem já os 5 biliões de libras! Tudo isto levou E.H. Omblquist a concluir, e eu a concordar, que a capacidade de manobra legislativa, e a influência junto dos governos que estas empresas possuem, só é comparável àquela de que dispunham as empresas petrolíferas nos anos 80.
A estratégia é simples e encontra-se bem definida. Aproximar cada vez mais o animal irracional ao ser humano tanto em direitos como em necessidades! Como se consegue isto? Através de estratégias de comunicação favoráveis ao animal irracional, humanizando-o! Nisto estas multinacionais são exímias, e conseguem-no através da mobilização “cívica” de uma pseudo sensibilidade bem intencionada de alguns cidadãos. E é contra este movimento que se enfrenta a tauromaquia mundial! Foram aprovadas em todo o mundo, e nos últimos anos, mais de 150 leis de “protecção animal”, em todas as direcções! Legisla-se muito, mas como quantidade nunca significou qualidade, tende-se a produzir leis descabidas, sem nexo, e para onde são menos necessárias. Pretende elevar-se a fasquia, na tentativa de que o mundialmente reconhecido conceito de “bem-estar animal” atinja o almejado patamar de “dignidade animal”. Como? Nivelando por baixo!
Não é segredo que a ILC que levou ao fim das touradas na Catalunha foi abastecida financeiramente por dinheiros provenientes, maioritariamente, de Inglaterra! Também não é segredo que a luta anti-touradas no Equador contou, essencialmente, com dinheiro proveniente da Suécia! Omite-se, isso sim, que a criação do touro bravo assenta em pressupostos que nada ficam a dever àqueles defendidos pelos movimentos animalistas, ou pelo mais aguerrido dos ecologistas e pretende-se, acima de tudo, colocar o touro na condição de “animal frágil e indefeso”! Mesmo que no fim se tenham de sacrificar as vacas e os touros, e todo o ecossistema de que são guardiões, haverá sempre justificação, pois falamos de um animal que por força das campanhas engendradas se quer definir como se de um cão ou um gato se tratasse e aproximá-lo por definição aos restantes. A tauromaquia é, hoje em dia e em todo o mundo, a ponta da espada desta luta! É a face visível, até porque é ela própria que dá visibilidade aos grupos que contra ela se manifestam esquecendo, convenientemente, todo um sector de actividade, todo o impacto económico, social e ambiental que a Festa propicia. A mim, neste aspecto em particular, não me restam duvidas de que quando falamos em “causa animal”, “defesa animal”, “anti-touradas” e “anti-taurinos” estamos, efectivamente, a falar de um negócio à escala global. Esse negócio é alimentado por uma estratégia de comunicação bem conseguida, que dispõe de recursos financeiros praticamente inesgotáveis e dedicada em exclusivo a caracterizar o touro bravo como animal indefeso e abusado.
Não é necessário um Q.I. espantoso para verificar a facilidade com que organizações como a PETA conseguem financiamentos. Não é necessário ser um génio para perceber a facilidade com que essa organização faz deslocar indivíduos de diferentes países para se manifestarem contra a tauromaquia, várias vezes por ano, em diferentes locais do mundo. Mas já é necessário estar ao nível intelectual do Einstein para entender porque gasta esta organização tanto dinheiro em campanhas de “defesa animal” e “contra as touradas”, e insiste em matar, sem contemplações, 85% dos animais que tem a seu cargo, sem que previamente lhes seja dada a possibilidade de adopção? Agora o que nem mesmo o bom do Albert compreenderia é a razão porque num mundo onde, segundo a Acção Contra a Fome, bastariam 480 milhões de Euros para acabar com esse flagelo em cerca de 20 milhões de crianças subnutridas, se gastam biliões em rações gourmet, casaquinhos, botinhas, borlas e lacinhos para os animais e, por arrasto, alguns milhões mais a tentar acabar com as touradas?

Será uma questão de prioridades?


José do Carmo Reis

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

VITÓRIA DA LIBERDADE

Ganhámos !!!!

Os Antis saíram derrotados e a tauromaquia e principalmente o toiro de lide foi rei hoje na Assembleia. Com a devida vénia, esta foto do Farpas ilustra da melhor forma o que ontem se passou na Assembleia da República.

Viva a tauromaquia!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Touros de volta à Assembleia da República

Ir ou não ir? Eis a questão.

Tem-se discutido muito se valerá ou não a pena uma presença massiva de aficionados nas galerias da AR no próximo dia 19 de Janeiro. Parece-me evidente que a corrida de touros não está em causa apesar de ser o início de uma grande ameaça aquilo que se está a fazer neste momento à tauromaquia. O tema só vai ser discutido na AR porque foi entregue uma petição com mais de 4000 assinaturas e porque um partido extremista como é o BE vai trazer o tema para plenário. A vantagem desta discussão será o facto de este ser um momento inevitável para os partidos assumirem as suas posições oficiais em relação à tauromaquia. Se já sabemos que o CDS é a favor e que o BE é contra, em relação aos restantes partidos a sua opinião nunca foi totalmente clara. Prevê-se que o PSD seja a favor da tauromaquia e que o PCP, devido à implementação que tem no Alentejo taurino tenha também que ter uma posição favorável. Em relação ao PS, de onde saiu uma criatura horrenda chamada Defensor Moura que declarou indevidamente o "seu" município de Viana do Castelo de anti-touradas, não se sabe que decisão poderá sair dali apesar de haver como se sabe muitos aficionados no seio deste partido.

O que eu acho em relação à presença de aficionados na AR dia 19? Sinceramente acho que quantos mais melhor. Acho também que quantos mais profissionais do ramo existirem nas bancadas melhor será. Infelizmente neste país não chega demonstrar a força da tauromaquia "só" enchendo as praças e fazendo das corridas de touros o segundo maior espectáculo de massas do país. É preciso mostrar a quem pensa que manda quem é que verdadeiramente manda.

Nota: Se algum dia as corridas de touros forem proibidas em Portugal proponho aos ganaderos portugueses deixarem um touro à solta em cada jardim da cidade de Lisboa.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Importante passo dado em Espanha


Madrid (España). Las figuras del toreo tienen intención de ofrecer a Televisión Española un calendario de retransmisiones con la pretensión de que los toros vuelvan al ente público. La idea de los matadores, según informa el diario El Mundo en su edición de hoy jueves, es que estos espectáculos -en torno a seis- sean de máxima calidad con la intencion de 'defender la imagen de la fiesta y del espectáculo'.

En este sentido y según la citada fuente, los matadores, a través de All Sports Media, empresa que gestiona sus derechos de imagen, harían llegar a TVE su disposición a sacrificar su caché en pos de la apertura del mundo del toro a los medios generalistas, involucrándose además con diversas colaboraciones como entrevistas o reportajes divulgativos para promocionar estas retransmisiones.

Tal y como aseguró All Sports Media en un reciente comunicado, uno de los objetivos que tienen las figuras del toreo es que los toros vuelvan a la parrilla de Televisión Española cuya última retransmisión data de la Feria de El Pilar de Zaragoza de la temporada 2006.

Noticia MundoToro

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Passodobles por Fado? Não, obrigado!

Maurício do Vale veio com esta ideia macabra de substituir os passadobles pelo fado nas corridas de touros. A tentativa é colar a tauromaquia ao fado para que a festa brava fique mais segura a ataques dos anti, aproveitando o facto de o fado ter sido considerado Património da Humanidade.

Na minha opinião nada de mais negativo pode ser feito e passo a explicar porquê em 5 razões:

1. A tauromaquia pode e deve candidatar-se a Património da Humanidade numa acção conjunta de Portugal, Espanha, França e América Latina e nunca num destes países em solitário. Tauromaquia é a arte de lidar touros e isso é comum ás suas diversas vertentes (lide à espanhola, corrida à portuguesa, rejoneo, recortadores, forcão, largadas, etc...).

2. A tauromaquia é muito mais abrangente que o Fado. Tentar "colar" a tauromaquia ao Fado retira-lhe a importância que tem e eleva o fado a um espectáculo de massas que na realidade não é.

3. O Fado e a Tauromaquia são espectáculos que não se complementam. Apesar de ambos serem tradicionais, têm públicos diferenciados e atingem o seu auge em condições diferentes. O fado é um espectáculo intimista, ideal para ser assistido num local pequeno como uma casa de fado com cerca de 30 a 50 pessoas a assistir. Uma tourada, pelo contrário, é um espectáculo de massas que atinge o seu esplendor numa praça de touros normalmente com mais de 3000 pessoas que vibram intensamente com o espectáculo a que assistem.

4. Os passodobles apesar de terem origem Espanhola há muito que integraram também a cultura Portuguesa. Existem vários passodobles com origem Portuguesa e várias bandas a toca-los e a compor este tipo de musicas.

5. Enquanto que o passodoble é uma música festiva, própria para a festa dos touros, o fado é uma música triste completamente desadequada às voltas à arena e ás lides de sucesso e brilhantismo. Convém lembrar que a música numa corrida de touros só é (ou deveria ser) atribuída pelo director de corrida no caso de uma lide meritória.

Não é a primeira vez que estou em desacordo com o Sr. Maurício do Vale. As suas opiniões apesar de válidas não são propriamente do meu agrado e na minha modesta maneira de ver as coisas não trazem grandes contributos à tauromaquia. Outra opinião que este senhor deixou um dia destes e que me desagradou foi o de transformar mais corridas de touros à Portuguesa em corridas mistas. Um dia destes dou a minha opinião em relação a esta ideia.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Boas Festas


Bom Natal a todos os aficionados.

Que 2012 traga muitos touros bravos e muita festa.

Olé!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Olé!!!


Um grande Olé para a selecção espanhola de Ténis que festejou assim a sua vitória na Taça Davis.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Prémios Campo Pequeno 2011


Melhor Cavaleiro – Luís Rouxinol
Melhor Matador – António Ferrera
Melhor Novilheiro – Tiago Santos
Melhor Forcado – João Brito (G.F.A.Santarém)
Melhor Peão Brega – David Antunes
Melhor Ganadaria – Rego Botelho
Melhor Toiro – “Guarda”(G. Rego Botelho)
Melhor Bandarilheiro – Deserto
Prémio Prestigio – Mário Freire (A Titulo Póstumo, concedido pela Empresa do Campo Pequeno)

Análise a estes prémios brevemente.